Recuperação de áreas, uso eficiente de água e relação com comunidades deixaram de ser discurso e viraram condição para operar.
A mineração do futuro não se mede apenas em toneladas extraídas, mas em como se extrai. Critérios ESG — ambientais, sociais e de governança — passaram de bônus reputacional a exigência prática para captar investimento e manter a licença de operar.
Projetos de ponta já nascem com plano de recuperação de áreas degradadas, gestão inteligente de água e programas de relacionamento com comunidades. É a lógica de devolver ao território parte do valor que dele se retira.
O recado é claro: sustentabilidade e rentabilidade não são opostos. Bem executadas, caminham juntas — e sustentam negócios que duram.
Diamantes, pedras preciosas e minérios — com quem vive o mercado.
Falar com Daniel Mors