Arrecadação recorde da compensação mineral reforça orçamentos municipais e reacende o debate sobre desenvolvimento regional.
A arrecadação com a compensação financeira pela exploração mineral atingiu novo recorde, injetando recursos relevantes em estados e municípios produtores. Para muitas cidades, esse dinheiro é combustível direto de investimento público.
Bem aplicados, os royalties se transformam em saúde, educação e infraestrutura — criando um legado que sobrevive ao ciclo do minério. Mal geridos, viram oportunidade perdida. A diferença está no planejamento.
A lição que fica: a riqueza mineral é finita, mas o desenvolvimento que ela financia pode ser permanente — se houver visão de longo prazo.
Diamantes, pedras preciosas e minérios — com quem vive o mercado.
Falar com Daniel Mors