Insumo crítico para baterias e motores, o grupo de minerais estratégicos vira peça central da nova economia — e da geopolítica.
As terras-raras deixaram de ser um tema de nicho para se tornar assunto de estratégia nacional. Essenciais para ímãs, baterias e motores elétricos, esses minerais viraram o gargalo — e a oportunidade — da transição energética.
A eletrificação da mobilidade e a expansão das energias renováveis empurraram a demanda para cima. Como a produção está concentrada em poucos países, o controle desses insumos tornou-se também uma disputa geopolítica.
Países com reservas relevantes — o Brasil entre eles — passam a ocupar posição privilegiada. Desenvolver essa cadeia localmente significa capturar valor que antes escapava para o exterior.
Quem entende o mapa desses minerais estratégicos hoje, se posiciona à frente da próxima década.
Diamantes, pedras preciosas e minérios — com quem vive o mercado.
Falar com Daniel Mors